Com a chegada dos escravos africanos ao Brasil, ganhamos novas experiências religiosas em nosso território. No entanto, ao contrário do que muitas pessoas acreditam e chegam a imaginar, nós não podemos supor que o movimento se instalou simplesmente com a mesma lógica e com as mesmas divindades que eram cultuadas no território africano. Isso porque ao mesmo tempo em que alguns deuses ficaram para trás, outros acabaram sendo criados, para compor uma experiência singular.
Com essa vasta quantidade de divindades, os orixás acabaram se tornando os mais conhecidos entre todos os praticantes e não praticantes das religiões que têm origem e influência africana. Segundo o que se ensina no candomblé, todas as pessoas são filhas de orixás. Mas para que seja possível determinar a quais orixás uma pessoa pertence, ela precisa buscar os saberes que são oferecidos pelo jogo de búzios.
Jogo de búzios
Você sabe o que é o jogo de búzios? Ele consiste basicamente no lançamento de dezesseis conchas e que também são conhecidas como cauris, em uma peneira usada pela religião. O pai de santo é a única pessoa capaz de fazer o lançamento das conchas e ainda realizar a leitura correta da posição de cada búzio lançado. Mas além do jogo de búzios, os praticantes do candomblé ainda associam também a pessoa ao seu orixá através das características psicológicas do praticante.
A influência de dois orixás
Segundo o candomblé, cada praticante recebe a influência de dois orixás principais. Sendo que o primeiro é conhecido como o “orixá da frente” e o segundo como o “orixá de trás”, “segundo de santo” ou até mesmo “jutó”. O casal de divindades que citamos tem a capacidade de promover a proteção do seu seguidor e eles são reverenciados pelo pai de santo quando este toca a testa, isso para o orixá da frente, e a nuca quando for para o orixá de trás. Além das duas divindades, uma pessoa ainda pode incorporar a proteção de outros deuses e isso completa o número máximo de sete orixás.
Nomenclatura dos orixás
Quando falamos no conjunto das religiões afro-brasileiras, os orixás têm a capacidade de assumir nomenclaturas diferentes, isso segundo a crença de quem o adota. Na umbanda, por exemplo, os orixás não são incorporados diretamente pelas pessoas com aptidões mediúnicas. De maneira geral, o orixá envia um representante, conhecido como falangeiro, ele tem a função de repassar as orientações e as ordens do orixá que o domina.
Podemos citar, entre os mais conhecidos orixás, as figuras de:
- Exú, o orixá mensageiro qual nenhuma transformação acontece;
- Ogum, que é uma divindade que está associada correntemente às guerras e à agricultura;
- Oxossi, divindade reconhecida como irmão de Ogum e associada à caça e proteção;
- Omulu, divindade poderosa que é responsável pelos poderes de cura e doença;
- Xangô, senhor dos trovões e dos raios;
- Iemanjá, a mãe de todos os orixás;
- Oxalá, que é o grande orixá da criação.
Estatuetas de orixás da Mente Sã Esoterismo
As estatuetas acompanham quem deseja manter a presença de um orixá no cotidiano, como um ponto de respeito e de lembrança. Na linha Camassi Guimarães, cada peça traduz os atributos da divindade. Entre as opções disponíveis:
- Orixá Oxaguiã, ligado à inovação e à intuição;
- Orixá Oxum, do amor, da fertilidade e das águas doces;
- Orixá Oxumarê, a serpente arco-íris, senhor do movimento;
- Orixá Logunedé, o caçador das águas;
- Orixá Ogum, guerreiro e protetor dos caminhos;
- Orixá Oxalá, da criação e da paz.
Aqui na Mente Sã Esoterismo, sua loja de produtos esotéricos online, você encontra a coleção completa de estatuetas de orixás em diferentes tamanhos. Confira!
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Perguntas Frequentes
Qual é o significado das estatuetas de orixás?
As estatuetas de orixás são representações físicas das energias e qualidades de cada divindade da tradição iorubá. Elas servem como ponto focal para orações, oferendas e conexões espirituais, funcionando como um portal entre o mundo material e o espiritual. Cada estatueta tem características visuais específicas que refletem os atributos do orixá.
Como posicionar uma estatueta de orixá em casa?
A posição ideal depende do orixá: Ogum e Exu ficam bem próximos à entrada ou porta principal. Iemanjá e Oxum em locais próximos à água ou em altares. Xangô em posição elevada, próximo a uma janela. O mais importante é que o local seja limpo, organizado e dedicado com respeito à entidade.
Preciso fazer algum ritual antes de colocar a estatueta em casa?
Recomenda-se passar a estatueta em defumação de guiné ou alecrim para limpá-la energeticamente antes de posicioná-la. Em seguida, apresente-se ao orixá com uma prece simples, expressando sua intenção e pedindo permissão para tê-lo em sua casa. A limpeza periódica da estatueta com um pano seco e incenso mantém a conexão ativa.
Uma estatueta de orixá pode ser exposta para visitas verem?
Sim, desde que você esteja confortável com isso. As estatuetas não são objetos de culto exclusivo, mas símbolos espirituais que podem ser apreciados esteticamente. O que importa é que você mantenha o respeito e a intenção original ao colocá-la. Não é necessário escondê-las.
Onde encontrar estatuetas de orixás em diferentes materiais e acabamentos?
A Mente Sã Esoterismo disponibiliza uma seleção de estatuetas de orixás em resina de alta qualidade, representando as principais divindades afro-brasileiras para uso em altares, práticas devocionais e decoração com propósito espiritual.


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